Sou um homem que aprecia bastante camisas e gravatas. A gravata é um
simbolo de elegancia, de estatuto e de poder. Uma boa gravata, um bom nó, uma
camisa engomada, um cinto a combinar, fica bem em qualquer situação.
E porque estar a falar de gravatas agora?
A gravata é como um disfarce. Quantas profissões envolvem o uso de
gravata?
Desde o bancario até ao homem da caixa do Continente, do militar ao revisor da CP.
Ora o que é o simbolo da elegancia, está presente em qualquer parte do
nosso quotidiano, e a apos cada um de nos a tirar, o que todos usamos,
tornamo-nos difeferntes. O que no dia-a-dia é chapa 5, depois do botão
desabotoado e do no aberto, cada um segue o seu caminhos.
Quando entrei, lá estavas ela, já de calções e top, com meias até ao
joelho, deitada na cama, com o sol a bater-lhe nas costas ,no telemovel, com as
pernas a abanar,:
-Hey cutie-disse-me ela, sem sequer deviar o olhar.
Seguindo a lógica, tirava a roupa, ia tomar um duche e mudar para uma
roupa mais confortavél, mas houve ali
uma certa graciosidade. Sento-me na beira da cama, sai-me um sorriso, saco de
um cigarro e começo a apreciar a situação, com uma certa ironia no ar.
Eu ali camisa e gravata, a sufucar-me o pescoço, e ela deitada no maior
relax.
Por momentos passou-me uns ares de inveja, mas a medida que o cigarro
vai encolhendo, começo a sentir um certo alivio, como se estivesse a ser
contagiado pelo a vontade dela.
Nisto ja uns bons minutos tinham passado, quando me preparava para me
levantar, ela roda, lança um olhar para mim como” Mexes morres”. Pego nas
pernas nela, que entretanto já estavam no meu colo, para as desviar, ela
aproxima-se só o suficiente para me puxar pela gravata, beija-me e com as
maiores das latas :
-Traz-me um copo de sumo- e sorri-me. Ai que cabra! Ela sabe usar bem
os trunfos.
Aceno, levanto-me vou a mala, vou buscar os copos e o sumo.Voltando ao
quarto ela tinha voltado a sua posição inicial.
Deito-me na cama e ela começa a dar-me toques no peito com os pés, que
estranhamente, estavam a ser bastante relaxantes. Aquele dia estava a pedir
moleza. A olhar para o teto, fumando levemente. Ela, tinha decidido que o meu
peito ia ser o apoio para os pés, por outro lado, tinha as pernas dela ali a
mão de semear, ainda me passou pela cabeça mandar uma palmada na coxa nua, mas
no momento que ia tocar, parei e comecei a fazer pequenas festas com os dedos.Acabado
o cigarro, levo a mao ao nó da gravata, e mal começo a abrir, vem me uma ideia
brilhante:
Alivio o nó, desaperto o cinto, deito-me por cima das costas dela, colo
a minha cara a dela, empurro o cabelo dela para tras da orelha,e a beijo-lhe a
face.
Ela larga o telemovel, e tenta virar-se de frente para mim, mas tenho
mais força que ela. Os beijos na face, iam descendo, bem lentamente, as minhas
mãos que pelo contrario, iam subindo, desde as ancas, pelo corpo aquecido pelo
sol. Com os meus dedos a passar de leve pelo peito, dando um pequeno aperto no
pescoço,passando pelos ombros, seguindo cada um para o seu lado, empurrando de
leve os braços dela, juntando-os.
Já sinto o corpo dela a contorcer-se contra o colchão, depois de ter os
pulsos dela juntos e seguros pela minha mão, a outra desvia o cabelo que tapa a
parte de trás do pescoço, que ao primeiro deslumbre de caminho livre, mordo,
não consigo resistir ao pescoço desnudo dela. Sem ela perceber tiro a gravata, sem desfazendo o nó, e ao mesmo
tempo que a rodo de frente para mim e encaminho os meus labios ao dela, prendo
os braços dela a cama. Quando ela percebe, já é tarde de mais, e ao mesmo tempo
olhamos nos olhos um do outro, ela com
duvida no olhar, eu com a maior calma do mundo. Sem lhe ter tocado nos labios
afasto-me, desaperto os dois primeiros botões da camisa, dou um ultimo toque ao
nó, para ter a certeza que não se solta. Encosto o meu indicador aos labios
dela, intrução para não falar. Estavam-me a ligar, levanto-me da cama,
desliguei o telemovel e pus encima da mesa. Quando me viro percebo que fiz um
erro, como lhe vou tirar o top agora? Bem, não tiro. Vou a mala, buscar a outra
gravata e um toto. Faço um rabo de cavalo,e com a outra gravata? Bem vai servir
como venda. Com carinho e amor, levanto-lhe a cabeça para atar. Passo com a
costa da mão pela bocheca, passando o polegar pelos labios dela. Desperto-lhe o
botão dos calções, tirando-os levemente, para que ela sentisse bem o toque das
minhas mãos descendo-lhe pelas pernas.
Eu estava a espera que ela estivesse, exitada, mas admito que fiquei
supreendido, quando reparei que ela estava completamente ensopada.Depois de ter
dobrado os calçoes, e os ter colocado na cadeira, faço-lhe uma pequena
massagem.
Massageando os dedos dos pes, passando as palmas das maos firmemente
pelo peito do pé, levanto uma perna e trabalho os tornezelos. A medida que vou
subindo, alternando entre as coxas, fui beijando. Ela tem a pele tão suave, que
beijar-lhe as pernas é como fosse doce.Massageando o interior das coxas, com os
meus polegares fazendo movimentos circulares na virilha, estando perto o suficientemente
perto, mas não lhe tocando, as minhas mãos so tocam em pele, logo as cuecas a
pingar, eram o limite. Mas sou fraco, dei um pequeno beijo, e apesar de ser de
leve, fiquei com os labios humidos, conseguindo mesmo assim saborear.As minha
mãos já estava na barriga,com os meu polegares a raspar o inferior das mamas. O
top era grosso, mas a batalha estava a ser ganha pelos bicos, espetados e
duros, como de lanças se tratassem.
Dou-lhe um beijo, lento, acabando a morder-lhe o labio. Ergo lhe as
pernas, e o rabo dela, ali, sempre fui o fã nrº1 daquele rabo.Pego um almofada,
encosto-lhe aos labios:
-Morde!. Ela assim o fez,e mal o fez, tiro cinto, dobro em dois, e com
a mão livre, dou 5 vergestadas. A cada uma delas o gemer dela, foi quase tão
bom como um orgasmo.
Ainda com as pernas ao alto,dou 5 beijos no local onde lhe bati. Era
para me ter afastado, mas não deu. Pus me encima da cama, e ao aproximar-me,
não deu para aguentar mais. Agarrei as cuecas dela com os dentes e puxei com
força.
Passei a minha lingua pelos labios, penetrei com a minha lingua. A esta
altura a pernas dela já estavam mais que abertas, como de um convite se
trata-se. A partir de baixo, com a ponta da lingua, como um cão a beber agua,
lambi chupei, de leve a chicotear de um lado para o outro o clitoris dela.
Nenhum chef do mundo poderia fazer um prato tão delicioso como aquele.
Desapertei as calças, e ao fim do 3 botão já tinha a minha pila de
fora, apoio os meus joelhos ao lado da cara dela, e mal ela sentiu o peso abriu
a boca, pos a lingua de fora. Passo com a ponta ao redor da boca dela, a
picar-lhe com meus dedos a masturbar-lhe. Ela com a lingua a tentar puxar a
minha pila para dentro da boca e eu satisfaço-lhe a vontade. Engole-a toda, com
os dedos dentro dela, a mão livre agarra no cabelo dela.
Acho que nunca tive a pila tao dura, aperto-lhe os pescoço para a
obrigar a abrir a boca.
Volto a erguer as pernas dela, junto as coxas dela, apoio-as ao meu
peito, e entro devagar, sentindo e aproveitando cada milimentro.
Se fora estava um fonte, então la dentro estava um paraiso. Investidas
leves, e mesmo com o top os seios seguiam os meus movimentos. Empurro as pernas
o mais para tras que a elasticidade
permite, o que ela tem bastante.
Mas ter as pernas a minha frente, sem conseguir a ver….E mesmo vendada
ela sabe, que gosto a ver a cara dela, a gemer de prazer. Num instante, cruza as
pernas atras das minhas costas,puxando cada vez mais dentro.
A regra do limite ser a roupa vestida a muito que já foi quebrada, os
seios dela já eram propriadade minha, ora apalpadas ou porque eu tinha a minha
lingua a lamber-lhe.
Paro por um instante, tiro-lhe a venda, encaixo os meus braços pelas
costas dela, agarro os ombros dela, e pisco-lhe o olho, começo dar 110% de mim.
É o chapinhar a cada penetração minha, o rabo dela que balança ao meu toque,os
nossos gemidos, a cama a abanar por todos os lados a bater na parede e na comoda.
Que se foda a gravata. Desfaço o nó, puxo-a contra mim, com o rabo dela
encima das minhas pernas, ela aproxima-se para o que parecia ser um beijo, mas
hoje não, ambos sabiamos que aquele dia ia ser uma foda pura, ela encosta os
labios ao meu ouvido e meio ofegante:
-Não pares, não pares, não pares, isto está tãaao bom.
Ao dizer-me isto, parece que
fiquei com mais tesão. Atiro-a contra a parede, afasto ligeiramente os joelhos,
o necessario para voltar a penetrar,as mãos dela abertos a segurar a parede, a
minha a contornar-lhe o corpo e
esfregar-lhe o clitoris e a outra a puxar-lhe o cabelo para tras, de
maneira que o pescoço ficasse a minha merçê.
Só sinto ela fazer força contra a parede e eu cair de costa na cama. E
damn, mal senti as mãos dela apoiarem-se na minhas pernas, já sabia o que vinha.
E ver aquele cú a subir e a descer, a devorar-me por inteiro… eu olho para o lado
e o que vejo? O cinto. Ora automaticamente foi pegar nele, dobrar e com a
fivela acertar-lhe umas quantas. E só a motivou mais. Rodou, pos as mãos nos
meu ombro, para não me levantar, colou a cara a minha e abanou as ancas como
nunca. Eu não vou aguentar muito mais assim.
Chega! Lancei-a para fora, ela caiu de cara na almofada e antes que
pudesse virar para cima, já eu estava encima dela. Levei as mãos a cintura e
levantei ligeiramente a anca, a mão dela agarra na minha pila e encaminha-a
para o sitio certo. Com as minha mãos a afastar as nadegas dela, a cona dela
estava a perfeita. Olho para cima e vejo
a mão dela a apalpar-se a ela propria e com os dentes enfiados no colchão.
-Vem-te, vem-te- dito e feito. Passado breves momentos, estava a
tirar-la e encher as costas dela.
Deitei-me ao lado d.ela a olhar para cima a tentar recuperar o ritmo,
ela poe-me a mão na cara , beija-me e diz-me:
-Eu já tinha tomado banho hoje.
-Eu não, assim já não tens desculpa para não me lavares as costas.
No dia a seguir, acordei, lavei os dentes, tomei o pequeno almoço,
ajeitei o nó da gravata dei lhe um beijo sem a acordar e fui trabalhar.


SOCIALIZE IT →